COMUNICADO
Não possuímos redes sociais.
Não precisamos delas.
Não praticamos espiritualidade online, não fazemos consultas através de ecrãs e não transformamos aquilo que é sagrado numa montra para angariar seguidores, clientes ou dinheiro.
Somos contra esta banalização da espiritualidade nas redes sociais, onde, infelizmente, demasiadas pessoas transformam crenças e práticas espirituais num negócio de dinheiro rápido, exposição e falsas aparências.
Não nos identificamos com esse mundo. Não queremos fazer parte dele e, muito menos, ser colocados no mesmo saco.
A nossa Casa não vive de likes, seguidores, vídeos ou publicidade. Não vendemos espiritualidade. Não fazemos teatro para a internet. Não precisamos da aprovação de ninguém.
Quem conhece o verdadeiro trabalho espiritual sabe que ele não precisa de câmaras, filtros nem redes sociais para existir.
Respeitamos quem segue o seu caminho. Mas exigimos que respeitem o nosso.
E uma coisa fica absolutamente clara: não queremos ser associados, comparados ou confundidos com esse tipo de prática.